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cinco princípios para criar um adulto fora de série
Legado é a herança deixada na alma, no caráter e na identidade geração após geração, que pode dar um novo significado e rumo a história da família.
Tenha um ponto de partida concreto para a criação de seus filhos, estabeleça princípios. Princípios são bases sustentadoras, primeira causa, raiz ou razão de algo, também remete a um primeiro momento, começo ou início de uma ação, de um processo. São convicções norteadoras que ajudam muito no direcionamento do nosso comportamento, na tomada de decisão e construção da nossa identidade. Está relacionado ao legado, com aquilo que pode ser compartilhado entre gerações.
Gosto de pensar em princípios como um ponto de partida para qualquer processo e tudo na vida consiste em etapas. Ou você define de onde quer partir, ou vai partir do ponto inicial que definiram para você, porque princípios também são conjuntos de normas ou padrões seguidos conscientes ou inconscientemente.
Você tem a sensação de que às vezes age com seus filhos como seus pais agiram com você? Em algum momento olhou para seu filho como se estivesse olhando para um espelho? Viu em seu filho sua miniatura? Princípios!
Criar filhos emocionalmente saudáveis, independentes, solucionadores, capazes de transformar pessoas e espaços, bem resolvidos, realizados e equilibrados é um imenso desafio, mas não é impossível e se torna mais fácil quando se tem um ponto de partida bem definido. Para te ajudar nessa tarefa, separei 5 princípios importantes para criar um adulto fora de série.
1 . Cuide-se primeiro para poder cuidar do seu filho
Crianças aprendem mais com o exemplo do que com as palavras. Faça o que eu falo e não o que eu faço não funciona com as crianças, aliás, não funciona com ninguém. Você é o primeiro modelo, a primeira e mais importante referência na vida do seu filho.
É comum, principalmente para a mãe, deixar de pensar em si após o nascimento do filho, mas não é saudável. Sua vida continua, você precisa gostar de quem está se tornando, sentir-se feliz para fazer seu filho feliz. Lembre-se que a vida da criança é uma extensão da sua, mas não é a sua.
2 . O filho é seu, mas a vida dele é dele!
Durante a gestação imaginamos um milhão de maneiras sobre como vamos educar nossos filhos, como serão suas vidas e sobre o que vamos fazer por eles. Quando eles nascem assumimos a posição de leões e leoas, protegemos, provemos, zelamos, nutrimos e inconscientemente projetamos neles nossos sonhos e nossas expectativas.
Por um momento tornamos suas vidas indissociáveis da nossa, é aí que mora o perigo! Nossos filhos não são nossa segunda oportunidade de viver, suas infâncias não são as nossas, suas vontades e sonhos também não. Não podemos projetar e tentar suprir nossa escassez, dores e sonhos nos nossos filhos, essa é uma receita para frustração e decepção.
Você pode até ter sonhado com um filho perfeito, mas acredite, ele não existe. Não tente controlar o comportamento do seu filho, tente direcionar. Jamais espere que ele seja bom no que você gostaria que ele fosse, reconheça e aponte aquilo que é natural dele. Tampouco dê lhe o que você não recebeu quando era criança, a infância que você teve não é a realidade dele, então não faz sentido fazer isso.
3 . Corrija seu filho!
Gosto de uma passagem bíblica que diz que o pai que ama disciplina seu filho. A correção, a disciplina não é uma violência contra a vontade e a identidade da criança, mas é uma expressão de amor. Nosso cérebro se desenvolve gradativamente com base nas experiências que vivenciamos. A parte do nosso cérebro responsável pela nossa tomada de decisão, lógica, percepção de perigo e raciocínio, Entre outros, se desenvolve até aproximadamente os 22 anos. Isso significa que as decisões que tomamos na infância, adolescência e como percebemos o mundo não são confiáveis e seguras.
Não seja autoritário ao aplicar a disciplina, ser inflexível e impositiva também não ajuda. Torne-se uma autoridade na vida dos seus, faça isso sendo um exemplo de tudo aquilo que gostaria de ver na vida do seu filho. Autoridade não é aquele que manda, mas quem direciona até que a criança tenha condição e capacidade de tomar suas próprias decisões.
4 . Ajude-o a encontrar propósito e a construir identidade
Propósito e identidade são os ingredientes principais para um adulto equilibrado, consistente, com senso de capacidade e realização, de sucesso e autoestima elevada. Propósito tem a ver com finalidade, com a contribuição que seu filho pode fazer ao mundo e tem relação com seus dons e talentos naturais.
Perdemos muito tempo projetando o filho que gostaríamos de ter, que deixamos de apreciar a singularidade do que temos. Seu filho tem habilidades, talentos e dons que são únicos, ressalte isso. Ele não fala demais, é habilidoso em se expressar. Ele não é elétrico, é ágil. Não é bagunceiro, é curioso, engenhoso e criativo. Aprenda a ver o lado bom das características dele que te incomodam.
A identidade é um conjunto de características físicas, cognitivas e comportamentais que tornam seu filho único. Ainda que sejam gêmeos, suas identidades são distintas. Incentive seu filho a gostar de quem ele é, a ver beleza em sua singularidade. Aponte e faça afirmações de seus acertos, das suas habilidades. Invista tempo ouvindo suas ideias, embarque em suas brincadeiras, invista tempo e dinheiro no desenvolvimento das habilidades, talentos e dons naturais do seu filho. 5 . Ensine sobre finanças e sobre trabalho
Gosto do ditado que diz: melhor é ensinar a pescar do que dar o peixe, é uma grande verdade. Você precisa ensinar seu filho a pescar, mas deve deixar que ele escolha se vai fazer com vara ou rede, do barco ou barranco. Isso significa que devemos ensinar a importância e o valor do trabalho, mas devemos deixá-los escolher como fazer.
Faça o que ama e não terá que trabalhar se quer um dia da sua vida. Esse é um pensamento ligado a propósito e identidade, pode parecer romantizar o trabalho, mas é uma verdade que poucos conseguem ver. Em seu filho há dons e talentos que podem resolver o problema de outras pessoas e gerar boa remuneração. Você faz o que ama? Seu trabalho está relacionado ao seu dom ou talento? Se a resposta for não, este é um bom princípio para ser integrado ao seu legado para sua família.
Fale sobre dinheiro com seu filho, sobre investimento, e empreendedorismo. Faça-o pensar em como monetizar seus dons e talentos, em como gerar renda. Ensinar a poupar, mas não ensinar o que fazer com o dinheiro não faz sentido! Aprenda o que não te ensinaram e então ensine o seu filho. Quebre o padrão comportamental geracional, estabeleça um novo princípio, um novo ponto de partida.
Tenha um ponto de partida concreto para a criação de seus filhos, estabeleça princípios. Princípios são bases sustentadoras, primeira causa, raiz ou razão de algo, também remete a um primeiro momento, começo ou início de uma ação, de um processo. São convicções norteadoras que ajudam muito no direcionamento do nosso comportamento, na tomada de decisão e construção da nossa identidade. Está relacionado ao legado, com aquilo que pode ser compartilhado entre gerações.
Gosto de pensar em princípios como um ponto de partida para qualquer processo e tudo na vida consiste em etapas. Ou você define de onde quer partir, ou vai partir do ponto inicial que definiram para você, porque princípios também são conjuntos de normas ou padrões seguidos conscientes ou inconscientemente.
Você tem a sensação de que às vezes age com seus filhos como seus pais agiram com você? Em algum momento olhou para seu filho como se estivesse olhando para um espelho? Viu em seu filho sua miniatura? Princípios!
Criar filhos emocionalmente saudáveis, independentes, solucionadores, capazes de transformar pessoas e espaços, bem resolvidos, realizados e equilibrados é um imenso desafio, mas não é impossível e se torna mais fácil quando se tem um ponto de partida bem definido. Para te ajudar nessa tarefa, separei 5 princípios importantes para criar um adulto fora de série.
1 . Cuide-se primeiro para poder cuidar do seu filho
Crianças aprendem mais com o exemplo do que com as palavras. Faça o que eu falo e não o que eu faço não funciona com as crianças, aliás, não funciona com ninguém. Você é o primeiro modelo, a primeira e mais importante referência na vida do seu filho.
É comum, principalmente para a mãe, deixar de pensar em si após o nascimento do filho, mas não é saudável. Sua vida continua, você precisa gostar de quem está se tornando, sentir-se feliz para fazer seu filho feliz. Lembre-se que a vida da criança é uma extensão da sua, mas não é a sua.
2 . O filho é seu, mas a vida dele é dele!
Durante a gestação imaginamos um milhão de maneiras sobre como vamos educar nossos filhos, como serão suas vidas e sobre o que vamos fazer por eles. Quando eles nascem assumimos a posição de leões e leoas, protegemos, provemos, zelamos, nutrimos e inconscientemente projetamos neles nossos sonhos e nossas expectativas.
Por um momento tornamos suas vidas indissociáveis da nossa, é aí que mora o perigo! Nossos filhos não são nossa segunda oportunidade de viver, suas infâncias não são as nossas, suas vontades e sonhos também não. Não podemos projetar e tentar suprir nossa escassez, dores e sonhos nos nossos filhos, essa é uma receita para frustração e decepção.
Você pode até ter sonhado com um filho perfeito, mas acredite, ele não existe. Não tente controlar o comportamento do seu filho, tente direcionar. Jamais espere que ele seja bom no que você gostaria que ele fosse, reconheça e aponte aquilo que é natural dele. Tampouco dê lhe o que você não recebeu quando era criança, a infância que você teve não é a realidade dele, então não faz sentido fazer isso.
3 . Corrija seu filho!
Gosto de uma passagem bíblica que diz que o pai que ama disciplina seu filho. A correção, a disciplina não é uma violência contra a vontade e a identidade da criança, mas é uma expressão de amor. Nosso cérebro se desenvolve gradativamente com base nas experiências que vivenciamos. A parte do nosso cérebro responsável pela nossa tomada de decisão, lógica, percepção de perigo e raciocínio, Entre outros, se desenvolve até aproximadamente os 22 anos. Isso significa que as decisões que tomamos na infância, adolescência e como percebemos o mundo não são confiáveis e seguras.
Não seja autoritário ao aplicar a disciplina, ser inflexível e impositiva também não ajuda. Torne-se uma autoridade na vida dos seus, faça isso sendo um exemplo de tudo aquilo que gostaria de ver na vida do seu filho. Autoridade não é aquele que manda, mas quem direciona até que a criança tenha condição e capacidade de tomar suas próprias decisões.
4 . Ajude-o a encontrar propósito e a construir identidade
Propósito e identidade são os ingredientes principais para um adulto equilibrado, consistente, com senso de capacidade e realização, de sucesso e autoestima elevada. Propósito tem a ver com finalidade, com a contribuição que seu filho pode fazer ao mundo e tem relação com seus dons e talentos naturais.
Perdemos muito tempo projetando o filho que gostaríamos de ter, que deixamos de apreciar a singularidade do que temos. Seu filho tem habilidades, talentos e dons que são únicos, ressalte isso. Ele não fala demais, é habilidoso em se expressar. Ele não é elétrico, é ágil. Não é bagunceiro, é curioso, engenhoso e criativo. Aprenda a ver o lado bom das características dele que te incomodam.
A identidade é um conjunto de características físicas, cognitivas e comportamentais que tornam seu filho único. Ainda que sejam gêmeos, suas identidades são distintas. Incentive seu filho a gostar de quem ele é, a ver beleza em sua singularidade. Aponte e faça afirmações de seus acertos, das suas habilidades. Invista tempo ouvindo suas ideias, embarque em suas brincadeiras, invista tempo e dinheiro no desenvolvimento das habilidades, talentos e dons naturais do seu filho. 5 . Ensine sobre finanças e sobre trabalho
Gosto do ditado que diz: melhor é ensinar a pescar do que dar o peixe, é uma grande verdade. Você precisa ensinar seu filho a pescar, mas deve deixar que ele escolha se vai fazer com vara ou rede, do barco ou barranco. Isso significa que devemos ensinar a importância e o valor do trabalho, mas devemos deixá-los escolher como fazer.
Faça o que ama e não terá que trabalhar se quer um dia da sua vida. Esse é um pensamento ligado a propósito e identidade, pode parecer romantizar o trabalho, mas é uma verdade que poucos conseguem ver. Em seu filho há dons e talentos que podem resolver o problema de outras pessoas e gerar boa remuneração. Você faz o que ama? Seu trabalho está relacionado ao seu dom ou talento? Se a resposta for não, este é um bom princípio para ser integrado ao seu legado para sua família.
Fale sobre dinheiro com seu filho, sobre investimento, e empreendedorismo. Faça-o pensar em como monetizar seus dons e talentos, em como gerar renda. Ensinar a poupar, mas não ensinar o que fazer com o dinheiro não faz sentido! Aprenda o que não te ensinaram e então ensine o seu filho. Quebre o padrão comportamental geracional, estabeleça um novo princípio, um novo ponto de partida.

AJUDAR SEU FILHO A CONSTRUIR IDENTIDADE É UMA DAS COISAS MAIS IMPORTANTES QUE VOCÊ PODE FAZER POR ELE
O que é identidade? Quem é você? O que te define?
Como você responderia a estas perguntas? Segundo o dicionário, identidade é um conjunto de características que distingue uma pessoa e torna possível individualizá-la. Para a psicologia toda experiência boa e ruim que você tem ao longo da sua história define quem você é. Do ponto de vista neurocientífico, cada experiência boa ou ruim que você viveu até aqui alteraram significativamente a estrutura de funcionamento do seu cérebro e criaram padrões comportamentais que definem quem você é.
Nosso cérebro se desenvolve ao longo da nossa vida e possui uma função incrível conhecida como plasticidade cerebral, que é a capacidade de alterar sua estrutura de funcionamento com base nas experiências vivenciadas e nos estímulos recebidos. Todas às vezes em que você está diante de algo que te desafia, quando precisa resolver um problema ou uma situação complexa, milhares de conexões neurológicas, sinapses, acontecem em milésimos de segundo para que você se aproprie de novas informações e desenvolva aprendizagem. Essas conexões alteram o funcionamento do seu cérebro e influenciam o seu comportamento e a sua perspectiva em relação ao ambiente, as coisas e as pessoas.
Sim, nosso cérebro é incrível!
Você precisa entender que o cérebro do adulto e o da criança não são iguais, possuem as mesmas capacidades e possibilidades, mas estão em estágios de desenvolvimento completamente diferentes. Quanto menor a criança, menos desenvolvidas estão suas capacidades cerebrais, por isso não podemos esperar ou exigir que a criança pense e aja como adultos porque ainda são crianças, elas não possuem capacidades desenvolvidas para fazer isso. Então seu filho não consegue perceber as coisas como você percebe e não vai entender as experiências da vida a partir da sua perspectiva e projeção.
A criança precisa de ajuda e de tempo para construir suas aprendizagens e com base nas experiências que vivenciar, construir para si um conjunto de características que formarão sua identidade. Você também passou por isso, apenas não se lembra!
Fracasso e sucesso estão ligados a identidade, assim como a capacidade de solucionar problemas ou causar problemas e o senso de pertencimento, aceitação e importância. A mentalidade é construída com base nas características da identidade, é a assim que verdades absolutas e crenças são geradas.
A paternidade e a maternidade influenciam significativamente na construção da identidade e essa influência pode ser positiva ou negativa. A construção da identidade é dinâmica, subjetiva e articulada à consciência de si em relação à comunicação, linguagem, socialização, experimentação, e acontece de uma forma ativa e afetiva. Nesse sentido, a identidade é uma representação de si no ambiente através de características resultantes da individualidade. Quem você pensa ser é o alicerce da sustentação de como você se percebe e se apresenta.
Uma identidade bem construída na criança gera segurança, confiança e senso de capacidade, permanência e continuidade. Isso torna situações de adaptação a mudanças e as crises de identidade, que aparecem principalmente na adolescência, mais fáceis de serem compreendidas e superadas.
É na infância que a maior parte das aprendizagens que estruturam o caráter, a personalidade e a identidade são construídas. A infância é a parte mais importante das nossas vidas, é ela quem explica o adulto que nos tornamos e é para ela que voltamos para resolver questões ligadas à caráter, identidade e propósito.
Enquanto pais, nos preocupamos e até queremos apressar o desenvolvimento dos nossos filhos. Quando bebês queremos que aprendam a engatinhar, logo que isso acontece desejamos que caminhem e quando aprendem a caminhar ansiamos que falem e assim vamos apressando seu desenvolvimento e sem perceber os submetemos a uma régua de medir que construímos com base em nossas expectativas. Encontro mais pais preocupados em dar fim a birras e desobediências do que pais preocupados com caráter, identidade e propósito. Como disse Saint-Exupéry, o essencial é invisível aos olhos.
Identidade e caráter são invisíveis aos olhos, mas é o chão em que nossos filhos vão caminhar por toda a vida. Ajudá-los a construir identidade e caráter é a coisa mais importante que podemos fazer por eles. Identidade e caráter são os pilares que sustentam o sucesso e o fracasso.
Como fazer isso? Sendo o pai e mãe que seu filho precisa! Seu filho não precisa da sua melhor versão, das coisas que o dinheiro pode comprar, dos métodos de criação de filhos disponíveis em um clique. Seu filho precisa de você, do seu referencial, do exemplo. Seu filho precisa ver em você os valores, as virtudes e os princípios que você quer que ele tenha. É assim que o caráter e a identidade são desenvolvidos. É um processo lento que não pode ser apressado ou controlado, mas que pode ser influenciado.
Por isso, mais importante que deixar herança para os filhos é deixar legado, porque a herança o filho apenas recebe, mas do legado ele se apropria. Apropriar-se significa tomar para si, se apoderar, adequar, se adaptar, tornar próprio. Não se preocupe apenas em apontar o caminho que seu filho deve seguir, mas caminhe com ele até que ele se aproprie da direção e se sinta seguro para seguir só.
Como você responderia a estas perguntas? Segundo o dicionário, identidade é um conjunto de características que distingue uma pessoa e torna possível individualizá-la. Para a psicologia toda experiência boa e ruim que você tem ao longo da sua história define quem você é. Do ponto de vista neurocientífico, cada experiência boa ou ruim que você viveu até aqui alteraram significativamente a estrutura de funcionamento do seu cérebro e criaram padrões comportamentais que definem quem você é.
Nosso cérebro se desenvolve ao longo da nossa vida e possui uma função incrível conhecida como plasticidade cerebral, que é a capacidade de alterar sua estrutura de funcionamento com base nas experiências vivenciadas e nos estímulos recebidos. Todas às vezes em que você está diante de algo que te desafia, quando precisa resolver um problema ou uma situação complexa, milhares de conexões neurológicas, sinapses, acontecem em milésimos de segundo para que você se aproprie de novas informações e desenvolva aprendizagem. Essas conexões alteram o funcionamento do seu cérebro e influenciam o seu comportamento e a sua perspectiva em relação ao ambiente, as coisas e as pessoas.
Sim, nosso cérebro é incrível!
Você precisa entender que o cérebro do adulto e o da criança não são iguais, possuem as mesmas capacidades e possibilidades, mas estão em estágios de desenvolvimento completamente diferentes. Quanto menor a criança, menos desenvolvidas estão suas capacidades cerebrais, por isso não podemos esperar ou exigir que a criança pense e aja como adultos porque ainda são crianças, elas não possuem capacidades desenvolvidas para fazer isso. Então seu filho não consegue perceber as coisas como você percebe e não vai entender as experiências da vida a partir da sua perspectiva e projeção.
A criança precisa de ajuda e de tempo para construir suas aprendizagens e com base nas experiências que vivenciar, construir para si um conjunto de características que formarão sua identidade. Você também passou por isso, apenas não se lembra!
Fracasso e sucesso estão ligados a identidade, assim como a capacidade de solucionar problemas ou causar problemas e o senso de pertencimento, aceitação e importância. A mentalidade é construída com base nas características da identidade, é a assim que verdades absolutas e crenças são geradas.
A paternidade e a maternidade influenciam significativamente na construção da identidade e essa influência pode ser positiva ou negativa. A construção da identidade é dinâmica, subjetiva e articulada à consciência de si em relação à comunicação, linguagem, socialização, experimentação, e acontece de uma forma ativa e afetiva. Nesse sentido, a identidade é uma representação de si no ambiente através de características resultantes da individualidade. Quem você pensa ser é o alicerce da sustentação de como você se percebe e se apresenta.
Uma identidade bem construída na criança gera segurança, confiança e senso de capacidade, permanência e continuidade. Isso torna situações de adaptação a mudanças e as crises de identidade, que aparecem principalmente na adolescência, mais fáceis de serem compreendidas e superadas.
É na infância que a maior parte das aprendizagens que estruturam o caráter, a personalidade e a identidade são construídas. A infância é a parte mais importante das nossas vidas, é ela quem explica o adulto que nos tornamos e é para ela que voltamos para resolver questões ligadas à caráter, identidade e propósito.
Enquanto pais, nos preocupamos e até queremos apressar o desenvolvimento dos nossos filhos. Quando bebês queremos que aprendam a engatinhar, logo que isso acontece desejamos que caminhem e quando aprendem a caminhar ansiamos que falem e assim vamos apressando seu desenvolvimento e sem perceber os submetemos a uma régua de medir que construímos com base em nossas expectativas. Encontro mais pais preocupados em dar fim a birras e desobediências do que pais preocupados com caráter, identidade e propósito. Como disse Saint-Exupéry, o essencial é invisível aos olhos.
Identidade e caráter são invisíveis aos olhos, mas é o chão em que nossos filhos vão caminhar por toda a vida. Ajudá-los a construir identidade e caráter é a coisa mais importante que podemos fazer por eles. Identidade e caráter são os pilares que sustentam o sucesso e o fracasso.
Como fazer isso? Sendo o pai e mãe que seu filho precisa! Seu filho não precisa da sua melhor versão, das coisas que o dinheiro pode comprar, dos métodos de criação de filhos disponíveis em um clique. Seu filho precisa de você, do seu referencial, do exemplo. Seu filho precisa ver em você os valores, as virtudes e os princípios que você quer que ele tenha. É assim que o caráter e a identidade são desenvolvidos. É um processo lento que não pode ser apressado ou controlado, mas que pode ser influenciado.
Por isso, mais importante que deixar herança para os filhos é deixar legado, porque a herança o filho apenas recebe, mas do legado ele se apropria. Apropriar-se significa tomar para si, se apoderar, adequar, se adaptar, tornar próprio. Não se preocupe apenas em apontar o caminho que seu filho deve seguir, mas caminhe com ele até que ele se aproprie da direção e se sinta seguro para seguir só.

QUEBRE O COFRINHO DO SEU FILHO!
Se você pudesse voltar no tempo e ter uma conversa séria sobre dinheiro com sua versão criança, que conselhos daria? Diria para guardar o máximo de dinheiro que pudesse para fazer algum investimento? Pensar fora da caixa para tentar multiplicá-lo antes de gastá-lo? Todos teríamos muitos conselhos sobre o que fazer ou não fazer em relação ao dinheiro.
Você não pode voltar no tempo e mudar os erros que cometeu, mas pode preparar o seu filho para tomar boas decisões, pensar fora da caixa e fazer uma gestão inteligente das finanças pessoais. Não conte com a escola ou a faculdade para desenvolver a inteligência financeira do seu filho, infelizmente a educação financeira não faz parte da cultura educacional brasileira.
Em 2020 a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontou o endividamento de aproximadamente 67% das famílias brasileiras. Você pode relacionar isso ao ano atípico de pandemia que foi 2020, mas em 2019 o índice já estava na casa dos 60%. Isso indica a inabilidade do brasileiro em administrar sua vida financeira. Concorde comigo ou não, mas este dado é resultado da inteligência financeira não desenvolvida.
Muitos pais ainda não entenderam que mais importante que dar à criança o que eles não tiveram é ensinar a criança aquilo que eles não aprenderam na infância e faz falta na vida adulta. Enriquecimento não é uma questão de sorte, herança ou destino, mas sim do aproveitamento inteligente e estratégico das oportunidades que a vida dá.
O que não te ensinaram sobre dinheiro que você pode ensinar ao seu filho?
• Solucionar problemas;
• Rentabilizar o seu dom e talento;
• Construir sua identidade e descobrir seu propósito;
• Fazer investimentos;
• Olhar de todas as perspectivas;
• Ser produtivo, proativo e idealizador;
• Administrar tempo e recursos;
• Ter disciplina e construir bons hábitos;
• Ser bom ouvinte e pensar antes de falar;
• Ser generoso e altruísta;
• Ter uma visão positiva de si e dos outros;
Se eu disser que é possível estimular o desenvolvimento da inteligência financeira da criança a partir do primeiro ano de vida dela, você acredita? Crianças aprendem muito com padrões repetitivos assistidos, ela está aprendendo com você como administrar finanças, tempo, relacionamentos, situações difíceis, entre outros.
A imaturidade financeira é um dos maiores problemas da vida adulta. Aquilo que deveria ser simples como controlar entradas e saídas de dinheiro se torna um desafio gigante, vira uma bola de neve e revela a inabilidade de resolver problemas e se adaptar a novas situações, ou seja, revela a ausência ou mau desenvolvimento da inteligência financeira.
A vida financeira saudável envolve a construção de bons hábitos, a capacidade de lidar e resolver problemas, desenvolver poder pessoal e coletivo, construir identidade e definir propósito. Não é uma algo fácil e rápido de fazer, é demorado, exige paciência, esforço, persistência e constância.
Desenvolver a inteligência financeira da criança é processual, assim como o ensino da matemática, do português de qualquer outro conteúdo que ela aprende na educação básica. Sinceramente, é um absurdo, finanças não ser um conteúdo da educação básica.
No meu livro da Mesada ao Milhão eu divido o desenvolvimento da inteligência financeira em 4 fases:
• Fase I Crianças de 1 á 3 anos: As primeiras experiências com dinheiro;
• Fase II Crianças de 4 á 7 anos: Remuneração fixa sem condicionamento, administrando despesas, planejamento e investimento;
• Fase III Crianças de 8 á 12 anos, entradas, saídas, investimentos e rendimentos;
• Fase IV Crianças de 13 á 16 anos: Últimos anos da mesada;
Cada fase aborda um conjunto de habilidades para serem estimuladas e proporciona desafios e situações reais de vida para a criança resolver abrindo oportunidade para criança lidar com frustração, desejos não atendidos, tempo de espera, conquista, definição de sonhos e estratégias para alcançá-los e muito mais.
Utilizando cinco caixinhas eu te mostro como ensinar sobre despesas, investimentos, sonhos grandes (logo prazo), sonhos pequenos (curto prazo) e generosidade/altruísmo. Você pode ter acesso a este e outros materiais através do QR Code. Utilizando cinco caixinhas eu te mostro como ensinar sobre despesas, investimento, sonhos grandes (logo prazo), sonhos pequenos (curto prazo) e generosidade/altruísmo. Você pode ter acesso a este e outros materiais através do QR Code.
Aí você pode até me dizer: “Ah, mas nem tudo na vida é dinheiro! Não quero que meu filho seja um dinheirista.” Aí eu vou dizer que isso é uma hipocrisia inconsciente porque realmente nem tudo na vida é dinheiro, mas quase tudo na vida depende do dinheiro para ser feito.
Entendeu como é importante ter inteligência financeira? Se você ensinar uma motivação positiva, uma forma correta de se obter e um meio lícito e prudente de gestão, não tem porque a criança se tornar um dinheirista. O problema não é o dinheiro em si, mas a motivação.
A ausência na vida adulta das habilidades que a inteligência financeira desenvolve pode desencadear problemas maiores que ser um “dinheirista” como por exemplo: ser um adulto incapaz de lidar com suas frustrações, endividado, com problemas de auto estima ligados, infeliz, descontente e fadado à ruína. Eu duvido que algum pai se sinta bem em ver o filho viver uma vida infrutífera e triste.
Você não pode voltar no tempo e mudar os erros que cometeu, mas pode preparar o seu filho para tomar boas decisões, pensar fora da caixa e fazer uma gestão inteligente das finanças pessoais. Não conte com a escola ou a faculdade para desenvolver a inteligência financeira do seu filho, infelizmente a educação financeira não faz parte da cultura educacional brasileira.
Em 2020 a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) apontou o endividamento de aproximadamente 67% das famílias brasileiras. Você pode relacionar isso ao ano atípico de pandemia que foi 2020, mas em 2019 o índice já estava na casa dos 60%. Isso indica a inabilidade do brasileiro em administrar sua vida financeira. Concorde comigo ou não, mas este dado é resultado da inteligência financeira não desenvolvida.
Muitos pais ainda não entenderam que mais importante que dar à criança o que eles não tiveram é ensinar a criança aquilo que eles não aprenderam na infância e faz falta na vida adulta. Enriquecimento não é uma questão de sorte, herança ou destino, mas sim do aproveitamento inteligente e estratégico das oportunidades que a vida dá.
O que não te ensinaram sobre dinheiro que você pode ensinar ao seu filho?
• Solucionar problemas;
• Rentabilizar o seu dom e talento;
• Construir sua identidade e descobrir seu propósito;
• Fazer investimentos;
• Olhar de todas as perspectivas;
• Ser produtivo, proativo e idealizador;
• Administrar tempo e recursos;
• Ter disciplina e construir bons hábitos;
• Ser bom ouvinte e pensar antes de falar;
• Ser generoso e altruísta;
• Ter uma visão positiva de si e dos outros;
Se eu disser que é possível estimular o desenvolvimento da inteligência financeira da criança a partir do primeiro ano de vida dela, você acredita? Crianças aprendem muito com padrões repetitivos assistidos, ela está aprendendo com você como administrar finanças, tempo, relacionamentos, situações difíceis, entre outros.
A imaturidade financeira é um dos maiores problemas da vida adulta. Aquilo que deveria ser simples como controlar entradas e saídas de dinheiro se torna um desafio gigante, vira uma bola de neve e revela a inabilidade de resolver problemas e se adaptar a novas situações, ou seja, revela a ausência ou mau desenvolvimento da inteligência financeira.
A vida financeira saudável envolve a construção de bons hábitos, a capacidade de lidar e resolver problemas, desenvolver poder pessoal e coletivo, construir identidade e definir propósito. Não é uma algo fácil e rápido de fazer, é demorado, exige paciência, esforço, persistência e constância.
Desenvolver a inteligência financeira da criança é processual, assim como o ensino da matemática, do português de qualquer outro conteúdo que ela aprende na educação básica. Sinceramente, é um absurdo, finanças não ser um conteúdo da educação básica.
No meu livro da Mesada ao Milhão eu divido o desenvolvimento da inteligência financeira em 4 fases:
• Fase I Crianças de 1 á 3 anos: As primeiras experiências com dinheiro;
• Fase II Crianças de 4 á 7 anos: Remuneração fixa sem condicionamento, administrando despesas, planejamento e investimento;
• Fase III Crianças de 8 á 12 anos, entradas, saídas, investimentos e rendimentos;
• Fase IV Crianças de 13 á 16 anos: Últimos anos da mesada;
Cada fase aborda um conjunto de habilidades para serem estimuladas e proporciona desafios e situações reais de vida para a criança resolver abrindo oportunidade para criança lidar com frustração, desejos não atendidos, tempo de espera, conquista, definição de sonhos e estratégias para alcançá-los e muito mais.
Utilizando cinco caixinhas eu te mostro como ensinar sobre despesas, investimentos, sonhos grandes (logo prazo), sonhos pequenos (curto prazo) e generosidade/altruísmo. Você pode ter acesso a este e outros materiais através do QR Code. Utilizando cinco caixinhas eu te mostro como ensinar sobre despesas, investimento, sonhos grandes (logo prazo), sonhos pequenos (curto prazo) e generosidade/altruísmo. Você pode ter acesso a este e outros materiais através do QR Code.
Aí você pode até me dizer: “Ah, mas nem tudo na vida é dinheiro! Não quero que meu filho seja um dinheirista.” Aí eu vou dizer que isso é uma hipocrisia inconsciente porque realmente nem tudo na vida é dinheiro, mas quase tudo na vida depende do dinheiro para ser feito.
Entendeu como é importante ter inteligência financeira? Se você ensinar uma motivação positiva, uma forma correta de se obter e um meio lícito e prudente de gestão, não tem porque a criança se tornar um dinheirista. O problema não é o dinheiro em si, mas a motivação.
A ausência na vida adulta das habilidades que a inteligência financeira desenvolve pode desencadear problemas maiores que ser um “dinheirista” como por exemplo: ser um adulto incapaz de lidar com suas frustrações, endividado, com problemas de auto estima ligados, infeliz, descontente e fadado à ruína. Eu duvido que algum pai se sinta bem em ver o filho viver uma vida infrutífera e triste.
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